Bom dia a todos!!

Estou aqui por um motivo especial: mudei de servidor de Blog.

O UOL estava muito bom, mas havia a triste notícia de que um dia eu não poderia mais postar nada, já que o limite para os meus arquivos é de 6 MB.

Pois mudei. A partir de agora vocês podem acompanhar o Manual de Bolso em novo endereço:
http://www.manualdebolso.blogger.com.br/index.html

Façam uma visitinha por lá, deixem seus comentários e sintam-se em casa.

Abraços

Fabiana



Escrito por fabiana.fernandes às 10h31
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Calculadora de viagem

Opa, está a fim de fazer aquela viagem longa, mas a cabeça entra em parafuso quando tem que calcular distância, quantos tanques de combustível vai gastar, custos de pedágio??
Seus problemas acabaram.

Pelo menos é o que promete esse site criado pelo Banco Real.
http://www.bancoreal.com.br/campanha/campanhas_2005/corrida_rua/tpl_mapa_corrida.shtm

Além disso tudo, o site indica as cidades que vai encontrar no caminho, caixas eletrônicos, bancos 24h, condições dos trechos das estradas e mais outras cositas.
Vale a pena visitar e testar.



Escrito por fabiana.fernandes às 15h48
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Férias: Rio de Janeiro 5

 

Mais um capítulo...

Deixamos o Jardim Botânico na terça-feira (17/10) já era bem tarde e o tempo fechado não prometia nenhum pôr-do-sol. Sendo assim, decidimos visitar algum lugar onde estaríamos ao menos protegidos da chuva e o Forte de Copacabana estava entre as atrações anotadas na nossa “pequena” listinha (** o Rio de Janeiro é rico em fortes... toda ponta de praia tem um **).

Pra chegar lá, tomamos um caminho diferente: rodamos até a praia do Leblon, para fazer o trajeto por Ipanema até Copacabana pela avenida da orla, vendo os hotéis chiquérrimos cheios de gringos e os vários restaurantes. Como nós sempre falamos um pro outro, eu e meu namorido: “Caminhos diferentes, caminhos diferentes”... sempre se descobre coisa nova por eles.

O Forte de Copacabana fica entre as praias de Copacabana e Ipanema, exatamente numa ponta, e possui estacionamento interno, bem seguro. Pagamos coisa de R$ 8 cada um para entrar... na entrada já perguntam se você quer visitar só o forte ou se quer fazer o passeio completo, que inclui o Museu Histórico do Exército (muito legal, diga-se de passagem). Optamos pelo passeio completo, afinal, o forte fechava somente às 17h... tínhamos muito tempo.

Ainda hoje parte da área do forte está ativa, pois lá está instalada uma escola militar, com cadetes e tudo conforme o script. O restante da estrutura foi transformado em museu.

 

Entrada do Forte de Copacabana. "Marcha soldado, cabeça de papel, se não marchar direito..."

 

Logo de início passeamos pela alameda de paralelepípedos da entrada, cercada de um lado pela amurada que protege a fortificação do mar e do outro pelas salas que deram lugar a uma sala de exposições (ainda não é “O” museu), uma loja de suvenires e uma filial da famosa cafeteria Colombo. (Só de passar lá nos deu água na boca, mas deixamos pro final do passeio, já que a cafeteria ainda ficava aberta até as 20h.)

A Fortaleza foi inaugurada em 1914, pra reforçar a defesa da baía de Guanabara, e ainda conserva suas características originais, com muradas de 12 metros de espessura (!!!) que têm somente pequenas aberturas onde estão instalados os monstruosos canhões Krupp. Seu interior é repleto de salas, que hoje expõe os cômodos como eram na época da inauguração. Lá podemos ver como eram a enfermagem, o gabinete do comando superior, os dormitórios, as engrenagens que moviam os canhões. É coisa de deixar a gente de queixo caído mesmo.

Visitamos cada centímetro do lugar.

 

As muralhas do Forte.                                                           Aroldo e o canhão... que meda!!

 

No Museu Histórico do Exército fica a exposição permanente “O Exército na Formação da Nacionalidade Brasileira no Período da Colônia, do Império e da República” (eita nominho comprido), formada por várias ambientações das várias épocas e situações da história do exército no Brasil. É muito interessante mesmo, com manequins vestindo réplicas de roupas antigas, manejando instrumentos e armas, com cenários no fundo e tudo. Também tem uma exposição de capacetes de guerra de várias partes do mundo. O acervo realmente é tão grande quanto o nome da exposição. Vale muito a pena... ficamos por lá quase até escurecer.

No fim da visita, claro, uma passadinha na Colombo pra provar o tão comentado cappuccino, com cobertura de chantilly caseiro e pozinho fino de canela. Ai, se eu disser que é o melhor que já tomei na minha vida, vocês acreditam?! Pois podem acreditar, vale cada centavo dos R$ 6,50 que paguei...

 

Forte de Copacabana

Praça Coronel Eugênio Franco, 01 – Posto 6 – Copacabana
Tel: (21) 2521-1032
Terça a domingo, das 10h às 17h

A cafeteria funciona até as 20h



Escrito por fabiana.fernandes às 12h25
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Ah, estou indo agora correndinho até Bofete... logo lá na esquina. rsrs
Nome estranho, não é? Pois é uma cidadezinha esquecida pelo restante da civilização, lá pros lados de Botucatu...
Ela faz parte do Pólo Cuesta, um certo tipo de comunidade turística formada por várias cidades.
O forte da região é o ecoturismo, mas tudo por lá ainda não foi bem explorado e estruturado.

Meus pais mudaram-se pra essa cidadezinha há umas três semanas e agora vou pra lá visitá-los.
Uma boa desculpa para fugir de São Paulo e do trânsito caótico nessa época de tempestades catastróficas.
Como é boa uma fuga assim, hein?!

Então até segunda-feira.
Bom fim de semana para todos!!!



Escrito por fabiana.fernandes às 18h01
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Dá vontade de sair dançando e cantando

 

Sabe aqueles filmes que você termina de assistir e já sai da sala dançando durante as músicas dos créditos?? Pois é, me contagiei ontem.

Fui assistir o inocente Happy Feet – O Pingüim e é impossível não se mover o tempo todo na poltrona, batucar com os dedos e os pés e querer testar a própria voz. Fora que tem um enredo interessante, com uma história secundária que leva o filme. Me surpreendi, pois o trailler não deixava isso transparente.

 

Papel de parede baixado do site da Warner. Mano e seus amigos latinos.

 

Ah, desenho animado sempre foi meu fraco!! Eu simplesmente adoro. Deixo todo o meu lado criança falar mais alto nessas horas, dou gargalhada, pulo na poltrona, grito, falo alto, me maravilho com os personagens.

E esse está repleto de personagens carismáticos, a começar pelo próprio personagem título, o pingüinzinho Mano Happy Feet (se bem que assisti a versão legendada e me parecia que eles falavam “Mambo”... rsrs). Ele é um pobre filhote que demora pra sair do ovo e daí em diante tem um sério problema: na sua comunidade de pingüins imperadores, é essencial que cada indivíduo tenha uma voz magistral e sua própria canção, mas ele não sabe cantar!! Tem uma voz esganiçada que até dá dó de ouvir. Mas os seus pés... ah, esses são um caso a parte. Ele não consegue mantê-los parados, o que é motivo de chacota entre seus “amiguinhos”. E por isso, pode ser que nunca consiga conquistar o coração da bela Glória, garota-pingüim que possui a voz mais bonita e pela qual todos os babam. Daí que se desenrola a história.

O que mais gostei foi dos pingüins latinos que Mano encontra depois: Ramon, Amoroso (Lovelace – com voz de disk sexo), Nestor, Lombardo, Rinaldo e Raul, todos dançarinos de mambo lelés da cuca – que, claro, nos contagiam com sua maluquice. E quem faz as vozes de Ramon e Amoroso é ninguém mais que Robin Williams, impagável!!

 

A trilha sonora toda do filme também é muito boa, com canções do Queen, Prince e outros monstros do pop rock. Ah, eu preciso tê-la!!

 

Convido todos a assistirem ao filme também e libertarem as gargalhadas gostosas de criança que ainda moram aí dentro de vocês.

Bom prazer!

 

Mais sobre o filme: wwws.br.warnerbros.com/happyfeet/

Programação dos cinemas: www.guiadasemana.com.br



Escrito por fabiana.fernandes às 11h13
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Férias: Rio de Janeiro 4

 

Depois de tanto andar nos arredores do Pão-de-Açúcar, não agüentávamos fazer mais nada que exigisse nossas pernas, então fomos para o hotel, tomar banho e descansar um pouco antes de procurar um lugar para jantar.

Nossa idéia no início era pouparmos nas refeições comendo nos restaurantes por quilo, mas com tantas opções deliciosas nos nossos caminhos, como não poderíamos nos render??

Resolvemos nessa primeira noite provar um dos costumes típicos dos restaurantes do Rio, o rodízio de petiscos (ou belisquetes... hehe), em um dos restaurantes da praia. Foi isso mesmo que vocês leram: rodízio de petiscos!

Pasteizinhos, frutos do mar, picles, bolinhos de queijo, kibes, batata, mandioca e polenta fritas, calabresa, carne seca acebolada, mais de vinte opções de petisco!! Era coisa demais, até para os mais esfomeados.

Acho que nunca comi tanto num barzinho como naquela noite...

 

Dia seguinte, terça, manhã meio assim-assim... daquelas que promete uma chuva mais tarde. Mas o tempo ainda estava bom, então tomamos rapidamente nosso café da manhã e saímos mais uma vez com o guia em mãos para achar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Ah, eu tinha ouvido falar tanto desse parque no programa da Xuxa quando eu era criança, e mais tarde nos sites de turismo do Rio, que não podia deixar de conhecê-lo. Foi fácil achar o Jardim, pois tem bastante placas de sinalização ao redor da lagoa Rodrigo de Freitas, que ficava no caminho.

O estacionamento é dentro do próprio parque, seguro e tranqüilo.

 

O lago no centro do Jardim Botânico, habitat de várias espécies de peixes, e a alameda principal coroada pelas palmeiras imperiais

 

Paraíso em terra... assim eu posso descrever aquele lugar. Fundado em 1808 por D. João VI, príncipe regente na época, o jardim é um imenso santuário que conta com 8.200 espécies de plantas, desde as palmeiras imperiais que ornam sua alameda principal até plantas das mais exóticas trazidas de várias partes do mundo. E também alguns animais silvestres que perambulam pela mata do parque.

Logo de cara, já vimos cascatas cercadas por vegetação exótica e um clima que nos passava uma paz tão grande, nem parecia que estávamos no coração da cidade.

Passamos boas quatro ou cinco horas por lá, andando pelo parque todo, visitando o orquidário e o museu Casa dos Pilões – onde nas escavações arqueológicas descobriu-se uma antiga fabrica de pólvora –, o viveiro de plantas carnívoras, a alameda de espécies amazônicas, o lago central repleto de peixes e pássaros e crianças numa excursão escolar correndo para todos os lados (ah, ia me esquecendo... excursões é o que mais se encontra em dia útil no Rio... todas as atrações estão repletas de crianças). E depois de boas andanças por lá, não podíamos deixar de provar no nosso almoço as delícias do charmoso café localizado no Jardim, muito bem indicado por uma amiga.

Manhã fechada com chave de ouro... mas ainda havia mais reservado para a nossa terça-feira.

 

O Jardim Botânico funciona diariamente, das 8h às 17h.

Possui estacionamento e é um passeio obrigatório.

www.jbrj.gov.br



Escrito por fabiana.fernandes às 16h51
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Férias: Rio de Janeiro 3

 

Uma tarde de sol não se deve desperdiçar, principalmente quando a previsão é de chuvas torrenciais. E foi exatamente isso que fizemos na primeira tarde lá no Rio de Janeiro, aproveitamos para ir ao Pão-de-Açúcar, em parte porque já era um dos primeiros da nossa lista e também porque do restaurante que almoçamos, dava pra ver uma beiradinha do morro recebendo os bondinhos subidos da Urca.

Munidos do guia de ruas da capital, seguimos pelas avenidas principais, chegando ao sopé do morro da Urca, de onde saem os bondinhos. Lugar para estacionar, novamente, mostrou-se um problema e nós até paramos sobre a calçada, depois de ver muitos carros da própria cidade fazendo isso. Nosso pensamento: se quem mora aqui está parando, é porque pode, apesar de acharmos maluquice a permissão de estacionar sobre a calçada. E era maluquice mesmo!! Mal andamos 5 metros e nos deparamos com vários guardas multando e guinchos retirando os carros do passeio. Já pensou? Voltarmos alegres e contentes lá de cima do bonde e não achar mais nosso carro??

Rodamos a avenida e encontramos um único lugar que permanecia vago, pois mesmo durante a semana, a cidade fica repleta de turistas.

O valor do passeio no bondinho do Pão-de-Açúcar não é lá muito convidativo, mas vá lá, não podíamos deixar de conhecer um dos cartões-postais da cidade. E foi realmente um passeio mágico. Conforme o bondinho sobe com cerca de 70 passageiros (!!) a gente avista lá embaixo a praia Vermelha, o bairro da Urca, o mar se abrindo imenso ante nossos olhos e a praia sendo desvendada detrás dos morros. A sensação é incrível, principalmente quando o veículo balança com algum vento ou quando atravessamos alguma nuvem baixa. A miscelânea de línguas faladas dentro do bonde também é uma atração a parte e nos divertimos bastante com isso.

Aff... esse texto é pra ser grande.

 

O Pão-de-Açúcar visto da primeira parada do bondinho, no morro da Urca

 

Lá de cima do Pão-de-Açúcar, uma vista ampla e majestosa do Rio, quase inacreditável, abre-se diante dos olhos estupefatos dos turistas (inclusive dos nossos). Enquanto fotografávamos, muitas nuvens começaram a se formar (prenúncio do mal tempo que vinha pela frente) e isso criou uma atmosfera mágica pras nossas fotos.

Ao redor da parada do bonde, mesmo lá em cima do morro, há um agradável parque com muitas trilhas para se caminhar, cafés e lojas de suvenires espalhadas, bem como mesinhas com cadeiras para se perder muito tempo apreciando a vista.

Já era de noitinha quando resolvemos descer... mas os passeios ainda iam até bem mais tarde.

 

Vista da baía de Guanabara a partir do Pão-de-Açúcar

 

Para ver mais informações do passeio de bonde:

www.bondinho.com.br

 

E aguardem por mais.



Escrito por fabiana.fernandes às 16h24
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Férias: Rio de Janeiro 2

 

Chegar à cidade do Rio de Janeiro em um dia de sol é algo que não tem preço, mesmo que esse dia seja em plena segunda-feira de trânsito metropolitano.

Para chegar a Copacabana, seguimos as indicações do site do Sesc (que foi onde nos hospedamos), o que nos fez passar ao largo da Lagoa Rodrigo de Freitas. Que visual espetacular!! Ao fundo, os morros arredondados quebravam o azul do céu, a orla da lagoa pipocava de pessoas praticando corrida, andando de bike ou simplesmente passeando e aproveitando o frescor próximo à água. Em plena segunda-feira, vimos jet-esquis e caiaques manobrando na lagoa.

E logo depois de algumas ruas, a famosa Copacabana, com o largo calçadão desenhado e os restaurantes preparando-se para receber turistas e cariocas para o almoço.

Como o hotel só poderia nos receber após as 14h, tratamos de procurar um estacionamento (a muito custo, porque simplesmente eles quase não existem) e escolher um dos restaurantes para almoçar. Entramos em um ao acaso e qual não foi nossa surpresa ao perceber que se tratava de uma das filiais do famoso “Manoel e Juaquim”, em plena praia.

Nos deliciamos com o farto prato de arroz com brócolis e frango ao molho de mostarda (Boa pedida, hein?! Um prato serve bem duas pessoas.) e também com as plaquetas bem-humoradas penduradas por toda a casa.

Logo na entrada, sobre o tapete, uma delas avisa: "Cuidado com o degrau! O Manoel já machucou a perna e o Juaquim tá manco".

 

 

 

Restaurante Manoel e Juaquim, na praia de Copacabana.

 

Depois disso, ir correndo para o hotel, fazer o check-in, deixar as malas e partir para aproveitar a tarde de sol em uma das atrações que exige tempo bom no Rio: o Pão-de-Açúcar. Mas isso fica pro próximo post, tá?! hihi

 



Escrito por fabiana.fernandes às 16h20
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Férias: Rio de Janeiro

 

 

O Rio de Janeiro, visto de cima do Corcovado.

 

“O Rio de Janeiro continua lindo...”

Impossível não pensar nessa música estando lá, nos 710 m da base do Cristo Redentor, vendo a paisagem toda da baía de Guanabara, lagoa Rodrigo de Freitas e do imenso oceano azul. Impossível mesmo.

E eu tinha um certo preconceito de paulista (daquela rixa antiiiiiiiga), achando que o Rio não devia ser tão “lindo” quanto cantavam todas as bossas. Mas pude provar com meus próprios olhos, e ele é LINDO mesmo, com todas as letras maiúsculas.

Tirando as favelas que sobem todos os morros, a miséria e a violência que está lá dentro delas, e também o trânsito caótico das ruas estreitas e mal sinalizadas, o Rio é mesmo lindo.

Eu tive uma semana para conhecê-lo e devo dizer que me faltou tempo. Como eu imaginava poder conhecer tudo em tão pouco tempo? A “cidade maravilhosa” possui tantos museus, tantas construções históricas, tantas belezas naturais, tanta alegria pra contagiar, tantas festas, tantos sabores exóticos e deleites, que é impossível conhecê-la a fundo. Acho que mesmo morando anos por lá.

 

Ah, eu e meu namorido tratamos de nos locomover de todas as formas pela cidade. Andamos de carro, enfrentando paulistanamente todo o trânsito de um dia útil pelo Rio, usamos o metrô, batemos pernas pelas ruas do centro no meio de uma fina garoa (nossa velha conhecida) e até experimentamos os sacolejos e o nheque-nheque do bonde de Santa Teresa.

 

Na verdade, terei de fazer vários posts sobre essa viagem, pois num só não vai caber... vão me tesourar por excesso de caracteres.

 

Só para saberem, fomos para o Rio justamente no dia 16 de outubro, quando o tempo começava a mudar na região Sudeste, e pegamos toda aquela chuva da frente fria, o que não nos impediu de passear muito.

Fiquem ligados que amanhã tem um capítulo da viagem.



Escrito por fabiana.fernandes às 11h41
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Caminhos do Mar

 

 

Paisagem vista do Pouso Paranapiacaba

 

5h40... isso não é horário para o mais miserável dos mortais acordar num sábado, mas esse foi um sábado especial. 23 de setembro. Manhã de sol depois de uma semana inteira de tempo fechado e um frio de rachar. E aquele solzinho que começava a despontar nos altos da Freguesia do Ó nos convidando para começar logo o passeio.

Um passeio muito aguardado, devo lhes informar.

Pra conseguir agendar uma “consulta” com os Caminhos do Mar, deve-se ligar com mais de um mês de antecedência. Mas vale a pena cada minuto esperado.

 

Esse foi mais um passeio do nosso grupo de trilhas, o É NÓIS NA TRILHA (www.enoisnatrilha.ubbi.com.br), organizado minuciosamente e muito aguardado, depois de tanto tempo mofando dentro das casas nesse inverno. E esse grupinho não podia ser melhor: formado por amigos e por gente disposta a realmente se divertir, exercitar e a conquistar novas amizades. Nunca podia imaginar que um simples encontro no mesmo Caminho do Mar, em janeiro de 2005, poderia evoluir pra uma turma tão unida! Graças!!

E foi meio que pra comemorar nosso primeiro encontro com esse lugar maravilhoso que fomos pra lá novamente.

 

Não, vocês não têm noção. Deixa eu explicar: O lugar é lindo mesmo!!! É de se espantar que se cobre tão pouco pra fazer um passeio tão gostoso assim. Ainda mais numa atração próxima à São Paulo, onde os ingressos de teatro facilmente ultrapassam as 50 pilas.

 

Turma descendo pela Calçada do Lorena               Banco sob painel de azulejos no Rancho da Maioridade

 

O passeio histórico, roteiro que fizemos, já funciona desde o início. Nesse roteiro, os grupos descem cerca de 9 km pela estrada asfaltada, fazendo paradas nos monumentos para fotos e também uma parada para lanche.

O retorno ao topo da Serra é feito em micro-ônibus.

A taxa é tão irrisória que até espanta: meros R$ 3,00.

Têm-se que fazer agendamento do passeio com, no mínimo, um mês de antecedência, porque a procura é grande.

 

Pra saber mais: www.emae.sp.gov.br/caminhos/

 

Para ver mais fotos do nosso passeio: www.enoisnatrilha.ubbi.com.br



Escrito por fabiana.fernandes às 09h25
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Não é fácil, não.

Manter um blog, mesmo que seja pra escrever semanalmente, nos exige tempo disponível e dedicação. Dedicação eu tenho de monte... só me faltou o tempo.
Pois é, não façam como eu... estive ocupadíssima essas últimas semanas, fazendo meu trabalho na editora, exercendo minha vida dupla depois do expediente (de freela e de dona-de-casa) e não é fácil. Que tempo que sobra pra gente dedicar às coisas boas da vida?
A gente trabalha feito doido pra poder aproveitar depois, mas creiam-me, acabamos percebendo que se deixarmos pra aproveitar só depois, no depois estaremos muito cansados pra aproveitar... e ficaremos só pensando no que podíamos fazer se não estivêssemos tão esgotados.

Trabalhar é bom... mas viver também. E temos que dividir bem o tempo entre essas duas atividades.
Temos que ser tão organizados que é provável até termos de manter uma agenda pras coisas prazerosas que usualmente costumávamos fazer (antes de ter tantos trabalhos). Ir ao cinema? Tem de marcar dia e hora. E não pode atrapalhar o horário que o cliente normalmente liga pra mudar isso aqui ou aquilo lá na capa do livro. E também tem de levar em conta que há roupas pra colocar na máquina de lavar, e louça do café da manhã esperando a gente quando voltarmos do cinema.

Vida difícil.

Mas nem por isso deixa de ser gostosa. É só saber aproveitar esse tempo... organizar direito esse tempo.

Por isso, fica aqui decretado que tiro férias dos freelas pra poder ir ao cinema, morgar no sofá, beijar muito o meu namorido, que anda tendo de lavar muita louça porque eu sempre estou ocupada trabalhando.
Fica decretado que todos, a partir de hoje, têm de ver suas prioridades e não passar a vida toda trabalhando...
Guardem um tempo pra si, pra ficar descalços no tapete de casa, simplesmente embasbacados na frente da tevê, pra ficar alimentando pensamentos amenos ("o que vou comer agora?", "ah, ainda tem pipoca pra acompanhar aquele seriado que pegamos emprestado"), pra pensar no passeio que faremos no fim de semana.
Essas coisas gostosas que sempre ficam pra depois...

O agora é que é mais importante.
Tempo... temos que escolher o que faremos no nosso.
E fazer bem...



Escrito por fabiana.fernandes às 15h25
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Calculadora Diet?? Sim, isso existe!!

Ah, eu tinha que postar isso aqui.
Entrei no site do Guia da Semana e essa matéria chamou minha atenção. Imagine um lugar cheio de invenções (algumas úteis, outras um tanto excêntricas) e muita coisa mesmo para ver e se divertir com as idéias inusitadas.
Trata-se do Museu Contemporâneo das Invenções. Sim, isso existe!!! E está bem perto de nós.
Eu também nunca imaginaria... mas é um ótimo passeio, tanto que eu tive que copiar a matéria do Guia.
É um lugar que com certeza vou visitar nas férias, quando estiver morgando por aí.
Aí vai:


Foto: Guia da Semana

Com um acervo de mais de 400 protótipos, o Museu Contemporâneo das Invenções ajuda a inventores de todo o País. Para divulgar os diversos trabalhos brasileiros, o Museu percorre o Brasil em exposições e feiras. As apresentações são feitas de forma ilustrativa pelo "clone" de Santos Dumont.
No local estão expostas invenções que possuem tanto utilidade prática para o dia-a-dia, como as mais excêntricas, demonstrando até onde chega a imaginação das pessoas. Os visitantes podem conferir como funciona um carregador de energia proveniente da respiração humana; um orelhão antivandalismo e a prova fogo; uma agulha para cegos; guarda-chuva duplo; hashi com mola, entre outras.
Com o propósito de incentivar a criatividade das crianças, o Museu dispõe ainda de visitas monitoradas para escolas e colégios. Assim, a garotada pode conferir o caráter científico dos invento. As visitas escolares deverão ser agendadas.
[matéria retirada de www.guiadasemana.com.br]

Um programão, hein?! Eu que não vou deixar de conhecer. E você??

Museu Contemporâneo das Invenções
Rua Dr. Homem de Mello, 1109 - Perdizes
Tel. (11) 3873-3211
Funciona de segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 17h.
O ingresso custa R$ 5,00 (baratinho, hein?!).
Crianças de até 5 anos e pessoas com mais de 65 não pagam.
Mais informações:
www.museudasinvencoes.com.br



Escrito por fabiana.fernandes às 11h36
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Pizza com os amigos...

 

Foto: Gilson Luis

 

Tem programa mais gostoso do que reunir a galera em casa na sexta-feira à noite pra fazer uma comilança? Não tem, não senhor.

Cada vez se elege uma casa e cada um dos “convidados” leva alguma gostosura, algum ingrediente. E é bom, porque assim se foge do estresse típico das sextas-feiras paulistanas, esquece-se do transito louco, se compartilham momentos de descontração com pessoas que amamos, dá-se muita risada (de doer a barriga), coloca-se toda a fofoca em dia e ainda provamos pra nós mesmos que é possível se manter esse hábito gostoso de visitar as pessoas mesmo com a maluquice da vida moderna.

 

Hoje é sexta, e vai rolar a festa!!

Calabresa, presunto, mussarela, catupiry, champignon, atum, cebolas, molho de tomate, queijo ralado, tomate, azeitonas... pra fazermos nós mesmos nossas invenções pizzísticas com nossas próprias mãos.

E todos na cozinha fazendo a maior baderna... ops... quero dizer, todos ajudando. hihi

Um bom vinho fecharia bem a noite. Mas acho que hoje vamos ficar todos só no refri...

 

Ah, como são bons esses momentos.

E todos merecem isso... portanto, comece a praticar hoje mesmo!!

 

 



Escrito por fabiana.fernandes às 15h36
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Cinema quase vazio!!

Foto: www.cinemashaway.com.br

 

Hoje em dia?? É difícil acreditar numa notícia dessas.

Mas é o que acontece com as salas de cinema reformadas do Lar Center.

Da rede de cinemas Haway, que conta com poucas salas na cidade, o cinema instalado no shopping voltado para decoração fica meio esquecido, lá no cantinho do primeiro piso.

As salas foram re-inauguradas recentemente e agora estão de primeira.

No formato stadium (onde a pessoa que senta na fileira da frente não obstrui a visão de quem senta atrás), as salas são amplas e possuem poltronas confortáveis e com um enorme espaço entre as fileiras para que as pessoas possam se esticar e aproveitar o filme confortavelmente até o fim.

O som e a imagem também são muito bons.

 

 

Mas o melhor atrativo mesmo, pra quem é cinéfilo de carteirinha como eu, é a FALTA de filas para a compra dos ingressos e para entrar no cinema.

Acho que isso é uma dica muito legal para a próxima vez que programar um cineminha no fim de semana, pois mesmo nos dias em que o Center Norte (irmão gêmeo siamês do Lar Center) fica lotado e intransitável, o cinema do Lar Center é uma ótima opção.

 

Fora que o passeio pelos corredores do Lar Center é um deleite para os olhos. E você ainda pode dar uma esticadinha até a praça de alimentação do Center Norte pela passarela que liga os dois shoppings, se quiser outras opções para comidinhas.

 

Para ver a programação, acesse http://www.cinemashaway.com.br ou http://www.larcenter.com.br/



Escrito por fabiana.fernandes às 10h41
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Art Mundi

Nesse domingo (20/08) foi o último dia da feira Art Mundi, que reuniu no pavilhão de exposições do Anhembi peças de artesanato de mais de 20 países e também de 16 estados brasileiros.

Eu fui lá no sábado para conferir pessoalmente e aproveitar as pechinchas de alguns estandes. Sou vidrada em artesanato e acho que podemos compor ambientes muito confortáveis mesclando peças artesanais com móveis mais modernos, tecidos rústicos e trabalhados. Era a chance!

Mas que decepção ao chegar ao Anhembi e perceber que o único lugar a se deixar o carro era o estacionamento do próprio centro de exposições. Muito caro!! Era cobrado R$ 20 por carro para o estacionamento, isso contra os R$ 10 de entrada na feira por pessoa. É um absurdo e cheguei até a reclamar (inclusive mandando um e-mail para o site dos organizadores).

Primeiro que não se pode estacionar na av. Olavo Fontoura, onde milhares de placas nos proíbem a cada metro. E não há mais nenhum bolsão de estacionamento próximo, a não ser o do Terminal Rodiviário Tietê, que fica a boas pernadas de lá. Claro que se você for numa feira dessa e sair carregado de produtos, é uma penúria voltar caminhando até o Terminal. O que nos resta é parar no próprio e caríssimo estacionamento.

Mas vamos aproveitar a feira, não é?

 

Ao entrar, me deparei com estandes riquíssimos em produtos da Índia e do Egito: tecidos com bordados dourados de todas as cores possíveis, belíssimas estampas, pedrarias, almofadas em promoção (duas por R$ 20!) e toda a sorte de coisas lindas. Era para se esbaldar mesmo. Tanto que reservei minha tarde inteira para isso.

Caminhava-se facilmente pelos corredores no início, pois às 14h00 ainda tinha gente almoçando para depois ir para lá.

Artesanato de Tocantins, representantes indígenas, madeiras entalhadas da Indonésia, miniaturas de animais africanos, origamis japoneses e gostosices européias e asiáticas para se provar. Estava muito divertido andar por ali.

Vimos (eu e meu “namorido”) até uma apresentação de dança indígena no meio da feira. E isso realmente foi um dos pontos altos do passeio.

Até que os corredores começaram a encher-se com o imenso fluxo de pessoas. Como a feira foi organizada somente em meio pavilhão, os corredores estreitos não davam conta de tanta gente. As pessoas se acotovelavam frente aos estandes sem conseguir ver nada.

 

Foi só comprar o que eu já havia visto de pechincha (e que eu realmente precisava) para poder ir embora.

Pelo menos saí de lá com algumas peças únicas:

  • Um conjunto de jogos americanos tecidos com linha e fibras naturais que me custou R$ 4 cada (comprado num estande da Indonésia).
  • Um conjunto de porta-copos de bambu e linha por R$ 2 cada (também indonésios).
  • Uma colher e um pegador de bambus comprados num estande japonês (que está sempre lá na praça da Liberdade) por R$ 1,50 cada.
  • Três bolas decorativas com canela (daquelas de se usar no centro de mesa) por R$ 10, num estande de Embu das Artes (lá cada uma dessas bolinhas custa R$ 10).

E também a lembrança visual de tantas pequenesas belas.

Acho que aproveitei bem!!

 



Escrito por fabiana.fernandes às 09h43
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